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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

31 de Outurbto - DIA DO SACI

Nesta segunda-feira, 31 de outubro, é comemorado o Dia do Saci, para homenagear o tradicional personagem do folclore brasileiro. A data escolhida coincide com o Halloween, o Dia das Bruxas, famoso nos Estados Unidos.

“A data foi escolhida propositalmente para chamar a atenção dos brasileiros. O Dia do Saci foi criado como movimento para defesa de mitos nacionais. Considero que temos que divulgar e promover a nossa cultura”, diz Mário Candido da Silva Filho, presidente da Sociedade de Observadores de Saci (Sosaci).


Foto: Ilustração: Eder Santos/Divulgação Sosaci

Saci na pista (Ilustração: Eder Santos/Reprodução Sosaci)

De acordo com ele, a Sosaci não tem a intenção de barrar a comemoração do Halloween. “Cada vez mais as crianças fazem cursos de inglês e, por meio deles, o Dia dos Bruxas foi difundido no país. Não temos a intenção de lutar contra a cultura de outros povos, apenas lutamos a favor da nossa”, diz.

Lenda
De acordo com o presidente da Sosaci, desde que a lenda do Saci Pererê surgiu, ela sofreu alterações. “No início, ele era um garoto indígena, com duas pernas e que gostava de fazer brincadeiras, como dar nó na crina do cavalo, jogar sal na comida. Sem maldade, apenas traquinas”, afirma.

Depois, com a chegada dos negros ao Brasil, a lenda teria sofrido alterações. “Passou a ser negro, ter uma perna só, usar gorro e fumar cachimbo.”

Segundo Silva Filho, o Saci não é um personagem “do mal”, é apenas travesso. “Associar o Saci à imagem de demônio não é válido. Pela lenda, ele é um menino sapeca que preferiu ser livre em vez de viver na senzala nos tempos de colonização do Brasil. A história sofreu alterações. Cada um cria sua imagem do Saci”, completa

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Boas lembraças...

Mais um ex-aluno que tem a escola Matilde nas lembranças.
Ah... a quadra ainda existe, está lá aguentando o tranco!

"Meu nome é Carlos Alberto de Oliveira, estudei no Matilde por volta dos anos 1974, por ai, me lembro que tínhamos um time de futebol de salão e que em um jogo inauguramos a quadra de esporte da     escola, que acho que hoje nem existe mais, me lembro ainda que o convidado para inauguração foi o pugilista Eder Jofre."



Quem sabe fala!!
Pessoal, quem souber e puder, mande notícias sobre as professoras Geni de matemática, Edeli de história e Edna de ciências, que passaram por aqui nos anos 1970.

Bons tempos...

Recebemos pelo e-mail eematildems@gmail.com o depoimento do Josivaldo, ele passou aqui pela Escola Matilde há um tempinho... uff, uns 30 anos de lembranças desenterradas!!
Parabéns e muito obrigado pela sua participação no nosso Blog.


Olá eu sou o Josivaldo de França Pereira, ex-aluno da EEPG "Matilde Macedo Soares".
Era assim que as professoras escreviam o cabeçalho na lousa. Que saudade! Estudei no período de 1974-1982.
A conta não está errada não. Eu repeti a 2a série.
A minha primeira professora (74) foi a D. Maria Aparecida (uma branquinha); na 2a série a D. Sueni; a 2a, de novo, D. Olineva; na 3a D. Eli e na 4a D. Maria Aparecida (uma pretinha igual a mim).
A partir da 5a série foram vários professores: Edeli, Nelson, e já não lembro o nome de todos. De alguns colegas lembro até o nome completo: Adilson Tavares dos Santos, Regina Célia Figueira Ferraz, Robson Vicentini, Paulo Bezerra, Marcos Oshiro, Marcos Yara, Marcelo Correa. E tantos outros dos quais recordo ainda a fisionomia e o primeiro nome.

Ficarei muito grato se publicarem este texto e se algum ex-professor ou colega entrar em contato comigo.

Abs.

e-mail para contato: josivaldofpereira@hotmail.com

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Meus queridos professores


Reportagem que dá gosto de ler...
Um belo depoimento de quem soube aproveitar a escola como todo professor gostaria.


JAIRO MARQUES - FOLHA DE S. PAULO

Um mestre que repita o mantra "acredite que vai dar tudo certo, vá em frente" faz toda a diferença.

Durante toda a minha trajetória escolar, nunca vi nos professores apenas um caminho para ganhar algum conhecimento em matemática, geografia, literatura. Para mim, eles eram muito mais.
Na menor brecha que abriam, eu sugava de meus mestres formas de compreender os momentos embaçados da vida, formas de fazer a minha realidade melhor. Professor é o mundo todo sintetizado em giz, apagador e tutano.

Na adolescência, uma professora marcou minhas lembranças para sempre ao me emprestar, juro, apenas emprestar, a antologia poética do Drummond, que tinha capa dura verde e páginas em um papel tão fino que parecia que a qualquer momento iria se desintegrar. Li quase inteira, aprendi de um tudo.

"É para você se inspirar para o amor, refletir sobre a dureza da existência, engrossar o couro para o futuro. O poeta foi comedor de arroz com feijão igual a nós todos, mas deixou a alma viajar por grandes banquetes", dizia um bilhete da professora.

Talvez não seja muito pedagógico para os que ensinam estreitar laços com os que devem aprender, pois isso poderia gerar conflitos de autoridade, confusão com as tarefas atribuídas aos pais. Mas as batalhas abertas atualmente no ambiente escolar trazem a mim uma nostalgia danada daquele tempo em que a mesa do professor era coberta de flores do campo -muito mais campo do que flores-, doce caseiro, desenhos, poesias e outros mimos levados pela criançada.

Para mim, o professor foi um bálsamo salvador das pequenas e grandes angústias de ser um menino incomum fisicamente na escola. E, para isso, não era preciso grandes sessões de diálogos lamuriosos.
Bastava um exemplo, algumas palavras seguras, uma recomendação de um livro. Um mestre que repita o mantra "acredite que vai dar tudo certo, vá em frente, que é possível" faz toda a diferença.
Em outra situação estudantil, fui atrevido a ponto de ir à casa de um dos mestres (no interior do país, tem dessas coisas). Eu precisava como em uma emergência sufocante saber até quando eu teria de esperar para viver um grande amor, afinal, eu "já" tinha 16 anos. O professor me recebeu, levou totalmente a sério a minha dúvida e recomendou o melhor remédio de todos para os desesperados: "Tenha paciência. Seu tempo vai chegar".

Professor é para ser admirado enquanto explica a intrigante lógica do teorema de Pitágoras, é para ser fonte de inspiração quando se recebe aquele tema "affmaria" da redação da USP, é para instigar o gosto de descobrir com a própria sola do sapato que a história das civilizações tende a se repetir cada vez que se cometem as mesmas falhas. Professor é para ser querido, pois é ele que ensina que a crase não é um acento, mas, sim, um encontro entre o artigo e a preposição.

Lá no blog, coloquei um punhado de fotos de professores interagindo com alunos de um projeto "maraviwonderful" chamado Guri, da Secretaria da Cultura de São Paulo. Nele, os moleques prejudicada dos movimentos ou dos sentidos aprendem, cada um à sua maneira, a tocar um instrumento musical. Como diria meu amigo Wadê, "aí eu pirei"!

jairo.marques@grupofolha.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

Blog: assimcomovoce.folha.blog.uol.com.br

sábado, 15 de outubro de 2011

Dia do professor: entidades internacionais divulgam mensagem em prol da valorização do magistério

Representantes da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT), divulgaram uma mensagem em homenagem ao dia do professor, celebrado neste sábado dia 15. A nota pretende mobilizar todos os segmentos da sociedade na valorização do magistério:
Veja a íntegra:
"Hoje, no Dia Mundial do Professor, honramos os milhões de educadores do mundo inteiro que dedicam suas vidas a ensinar crianças, jovens e adultos.
O tema deste ano, 'Professores para a Igualdade entre Gêneros', nos lembra que, para atingir a Educação para Todos (EPT) e os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), a questão de gênero no ensino deve receber atenção especial, começando pelo direito das meninas de acesso à escola. Sabemos, por exemplo, que em muitas regiões, uma proporção baixa de professoras significa menos meninas escolarizadas e consequentemente ainda um número menor de professoras no futuro.
Educar meninas e mulheres, porém, tem benefícios em cascata para o desenvolvimento humano: menor taxa de mortalidade durante o parto; mais bebês saudáveis; mais crianças na escola; melhor proteção para crianças e mulheres contra o HIV e a Aids, o tráfico e a exploração sexual; além da capacitação política das mulheres, o que leva ao desenvolvimento mais forte e mais inclusivo.
Se quisermos dar oportunidades idênticas às nossas filhas e aos nossos filhos para atingirem seu pleno potencial e reivindicar seus direitos, devemos elaborar políticas e estratégias que atraiam e motivem homens e mulheres capazes de ensinar, ao mesmo tempo permitindo-lhes a criação de ambientes de ensino igualitários.
Uma maior e uma melhor educação para todos exige bons professores e incentivos para estimular professores e professoras em todas as áreas e níveis de ensino. Isso irá garantir que meninos e meninas tenham modelos apropriados ao longo de toda sua educação.
Mulheres compõem a maioria da profissão docente no nível primário, 62% mundialmente, mas podem chegar a uma proporção de até 99% em algumas regiões. Apesar da predominância das mulheres na profissão, as condições de trabalho, o salário e o status estão se deteriorando. As desigualdades dentro da profissão docente devem ser reduzidas para que os professores sejam bons exemplos da igualdade de oportunidades para meninos e meninas em todas as áreas e níveis de escolaridade.
Devemos promover oportunidades iguais para as mulheres serem líderes nas escolas, gerentes institucionais e encarregadas da tomada de decisões nos ministérios de educação, para que haja cada vez mais professoras de matemática, ciência e tecnologia e para que mais homens sejam recrutados como educadores infantis e de primeiro grau.
É igualmente importante identificar as causas da escassez de professoras onde isso existe. Providências adequadas para proteção da maternidade e licença paternidade, bem como proteção efetiva contra violência sexual e abuso, são fundamentais. Se professoras qualificadas temem empregos em áreas periféricas ou rurais, como podemos convencer pais relutantes a enviar seus filhos para a escola?
Tais problemas, assim como a possibilidade de que os professores influam nas decisões sobre educação por meio do diálogo social, devem ser debelados para tornar realidade um emprego decente para professores e uma educação de qualidade para as crianças.
Conclamamos todos os nossos parceiros na educação para trabalhar em prol do respeito pleno dos direitos e das responsabilidades estabelecidos na Recomendação relativa à situação do pessoal docente de 1966, da OIT-Unesco, e a Recomendação da Unesco relativa à condição do pessoal docente do Ensino Superior de 1997, ponto de partida para este dia especial. Esses são os pilares para a construção de uma força docente profissional de qualidade.
Reiteramos nossa gratidão e nosso apreço pelos esforços e pela dedicação das professoras e dos professores, que assumem a responsabilidade de educar gerações futuras para que possam construir sociedades baseadas no desenvolvimento sustentável, na paz, na democracia, nos direitos humanos e na igualdade.
UNESCO e OIT

terça-feira, 11 de outubro de 2011

A MÚSICA e a ESCOLA

Você já parou para pensar sobre como música e escola combinam?
Afinal de contas, muitos dos principais nomes do mundo musical começaram a escrever suas primeiras letras e melodias no caderno do colégio.

E também foi no ambiente escolar, que muitas bandas históricas deram seus primeiros passos até o estrelato.
Ou seja, a escola é sim uma grande fonte de inspiração e tema de grandes canções!

Aqui vão, então, uma pitada dessa inspiração...

Assaltaram a Gramática
Os Paralamas do Sucesso

Assaltaram a gramática Ooh!
Assassinaram a lógica Ohh!
Meteram poesia, na bagunça do dia-a-dia
Sequestraram a fonética Ohh!
Violentaram a métrica Ehh!

Meteram poesia onde devia e não devia
Lá vem o poeta com sua coroa de louro
Bertalha, Agrião, pimentão, louro
O poeta é a pimenta do planeta malagueta.




http://www.vagalume.com.br/especiais/musica.html#ixzz1aREk9MuQ

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